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segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Secretária de Estado das Comunidades elogia investimentos da diáspora

Importância dos emigrantes vai muito além das remessas

A secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes, defendeu que a importância dos emigrantes para o país “vai muito além do envio de remessas”. A governante considerou que o contributo da diáspora é “absolutamente” importante para a dinamização económica nacional e admitiu ser necessário dar maior “visibilidade” aos investimentos feitos em Portugal pelos que residem no estrangeiro.

“Ainda não temos a perceção completa da importância dos emigrantes na economia. A Secretaria de Estado tem como objetivo tornar esse contributo mais visível, valorizando assim as nossas comunidades”, declarou Berta Nunes em Vilar Formoso, à margem da 18.ª edição da campanha de sensibilização rodoviária “Sécur’été 2020”, promovida por um grupo de de lusodescendentes.

Segundo Berta Nunes, estas comunidades “muitas vezes são vistas de forma muito redutora, como alguém que envia remessas ou que vem em agosto”. A governante referiu que, “apesar de todos os problemas” que houve no sistema bancário nacional, os emigrantes “continuam a enviar para Portugal as suas poupanças”.

“Essas poupanças, muitas vezes, traduzem-se em investimentos e esses investimentos não têm tido a visibilidade que merecem. É por isso que estamos a fazer uma volta ao país, reunindo com as comunidades intermunicipais e câmaras municipais”, para divulgação do Programa Nacional de Investimento da Diáspora”, concluiu. 

J. V. S.

In Jornal de Notícias – 2020-08-02

 


domingo, 24 de junho de 2018

Quando as marcas suíças fazem rir os de fora

Estes são apenas alguns exemplos de marcas suíças que, lidas por um português ou inglês, dão azo a gargalhada. As fotos foram publicadas por Hernani Manuel Marques no facebook.

Para que não haja dúvidas aqui fica o site da empresa referida em primeiro lugar.

sábado, 11 de junho de 2016

Mais um emigrante empresário de sucesso em França

O Correio da Manhã continua a publicar histórias de vidas de emigrantes que "subiram a corda a pulso" e que são atualmente empresários de sucesso.
É o exemplo de Aires Mendes de Abreu, de 61 anos, com a sua empresa Archibat, que conquistou o sucesso com o apoio da sua mulher.
O empresário tem raízes em S. Simão de Litém, concelho de Pombal, e emigrou para França com os seus pais nos anos 60.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

O exemplo de um emigrante que "subiu a corda a pulso"

Foi para França com 11 anos e tem atualmente 58. Com muito sacrifício e dedicação criou um negócio que vale 70 milhões de euros.
José Correia é o empresário em destaque numa reportagem do Correio da Manhã.
Pescado de José Correia vale 70 milhões de euros 
Emigrante trabalhou diariamente para juntar dinheiro.

Reportagem da Luso Press

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Suíça paga subsídio de desemprego em Portugal

Cerca de 1700 portugueses que trabalham nove meses na Suíça recebem, nos restantes três meses do ano, subsídio de desemprego em Portugal pago pelo orçamento da Suíça.
O assunto foi motivo de uma reportagem emitida pela SRF no programa "10vor10" no dia 19 de maio. A polémica reside no facto de os valores desses subsídios de desemprego serem muito mais elevados do que era de esperar.
Segundo a reportagem, a Suíça paga anualmente cerca de 4,5 milhões de francos suíços ao Estado Português para esses subsídios.
Mas não são só os portugueses nesta situação que tem a ver com a livre circulação de pessoas (acordo Schengen). Há trabalhadores de outras nacionalidades como franceses, italianos e alemães.

Schweiz bezahlt arbeitslose Gastarbeiter in Portugal

Schweiz zahlt 200 Mio für Arbeitslose im Ausland

quarta-feira, 23 de março de 2016

Credit Suisse vai despedir mais 2 mil trabalhadores este ano

O banco Credit Suisse anunciou hoje que vai despedir mais 2.000 trabalhadores este ano, num total de 6.000, para poupar 1.700 milhões de francos suíços (1.559 milhões de euros).
A medida faz parte do plano estratégico do grupo que tem como presidente-executivo, Tidjane Thiam, e que aponta para que o negócio da instituição financeira se deverá centrar na atividade da banca universal privada em detrimento da banca de investimento.
Neste sentido, o grupo aumentou o seu objetivo de cortar nos custos em 2018, para os 3.000 milhões de francos.
O banco Credit Suisse tinha como meta inicial reduzir os custos apenas em 2.000 milhões de euros.
Em 2015, o Credit Suisse registou um resultado negativo de 2.944 milhões de francos suíços, face ao ano anterior.
O Credit Suisse apresentou desde 2008 prejuízos que se deveram aos resultados extraordinários negativos de 3.800 milhões de francos suíços relacionados com a compra, em 2000, do banco de investimento norte-americano Donaldson, Lufkin & Jenrette.
                                                                                    Agência Lusa

terça-feira, 8 de março de 2016

Cafés Delta expande negócio na Suíça

Recorte do Diário de Notícias (06-03-2016)
A Delta Cafés está a expandir o seu negócio na Suíça e acabou de adicionar 350 clientes à sua carteira. A companhia portuguesa comprou a carteira do seu antigo distribuidor e parceiro no país, reforçando assim a sua presença na confederação.

Esta aquisição insere-se na estratégia de internacionalização do Grupo Delta Cafés, que passa pela aposta na presença direta em países que considera prioritários.

Desta compra nasce a empresa Novadelta Suisse que vai contar, desde o início, com uma carteira de 350 clientes, que operam na sua maioria no canal Horeca (hóteis, restaurantes e cafés).

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Empresários portugueses na Suíça dão trabalho a compatriotas

O jornal Gazeta Lusófona destaca na sua edição de outubro dois empresários portugueses na Suíça que garantem mais de 300 postos de trabalho a seus compatriotas em terras helvéticas.
São eles José Fonseca (grupo Fonseca - Courcelles) e Carlos Sardinha (Europcar).
Dois exemplos que importa salientar.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

O exemplo de um emigrante que “subiu a corda a pulso”

Quando chegou ao Canadá há 40 anos, o açoriano Isidro Flores, tinha no bolso apenas 182 dólares canadianos (134 euros ao câmbio atual).
Em Vancouver começou a trabalhar na construção civil e hoje, aos 61 anos, tem uma empresa avaliada em 70 milhões de dólares (51 milhões de euros).
Dedicou-se à produção de camiões equipados com bombas de betão e já faz tremer os concorrentes da Alemanha, líderes do mercado.
A agência Lusa publicou uma notícia sobre a história deste emigrante.
Isidro, o português que chegou ao Canadá com 134 euros e agora desafia os gigantes alemães

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Renova quer entrar na Suíça

A Renova, fábrica de papel sedeada em Torres Novas, vai construir uma fábrica em Saint Yorre, França, a inaugurar no último trimestre deste ano. Será a primeira fábrica da Renova fora de Portugal e tem por objetivo reforçar a estratégia de internacionalização da marca.
Cerca de 50 por cento da produção da Renova destina-se à exportação para países como Espanha, França, Bélgica e Luxemburgo.
“As exportações para França já justificam o investimento industrial”, disse o presidente executivo, Paulo Pereira da Silva, ao jornal Público. E com este investimento “será mais fácil” chegar à Suíça, Holanda ou Alemanha, países onde a marca portuguesa quer entrar.

Renova vai construir em França a sua primeira fábrica fora de Portugal