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sábado, 24 de dezembro de 2022

Portuguesa morta e mutilada no Luxemburgo

 


Um homem de 45 anos é suspeito de ter assassinado com uma faca e mutilado a portuguesa Diana Martins Cachapa, de 32 anos, há vários anos a viver no Luxemburgo.

O crime aconteceu na tarde do dia 22 num apartamento em Bonnevoie (Bouneweg) na cidade de Luxemburgo, onde houve também um ferido de 25 anos, igualmente agredido com uma faca.

O suspeito foi preso no próprio dia, foi apresentado ao juiz de instrução no dia seguinte e foi indiciado por homicídio e tentativa de homicídio.

O corpo da vítima estava mutilado, segundo comunicado das autoridades luxemburguesas. A mulher de 32 anos, que mantinha uma relação com Diogo Simões, não era familiar do suspeito.

As investigações prosseguem.

 

segunda-feira, 17 de outubro de 2022

Homicídio de mulher deixa comunidade portuguesa na Suíça em choque


Já são conhecidos mais alguns pormenores sobre o homicídio a sangue frio de uma mulher portuguesa de 60 anos em Vevey, na Suíça.

No sábado, dia 15, por volta das 15 horas, o marido deu dois tiros na cabeça da mulher, que lhe provocou morte imediata. O filho de 16 anos estava no quarto e foi ele que pediu socorro aos vizinhos e alertou as autoridades.

“Foi uma morte horrível”, relata uma amiga da mulher, que refere o choque que o caso provocou na comunidade portuguesa em Vevey, no cantão Suíço de Vaud.

Leonor Azenha, assim se chamava a vítima, era de Casal Novo, Quiaios, no concelho da Figueira da Foz.

O homem foi detido pela polícia pouco depois do crime e aguarda julgamento em prisão preventiva.


domingo, 16 de outubro de 2022

Vevey: portuguesa de 60 anos morta pelo companheiro

Neste sábado, dia 15, por volta das 15 horas, a esquadra da polícia de Vaud foi informada de que tinha acabado de ocorrer uma tragédia numa habitação em Vevey. Vizinhos relatam ter ouvido dois tiros.

Polícia e bombeiros deslocaram-se rapidamente para o local. Os técnicos de emergência ainda tentaram reanimar a mulher de 60 anos, sem sucesso. 

Trata-se de uma cidadã portuguesa residente em Vevey. O seu companheiro, um português de 57 anos, foi detido pouco depois. 

As investigações prosseguem tentando estabelecer as causas e circunstâncias desse homicídio.

 

La police a interpellé un homme, soupçonné d’avoir tué sacompagne


segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Prisão perpétua para emigrante português que matou mulher e filho na Suíça


Américo Reis, emigrante português na Suíça, que em 2018 matou a mulher e o filho a tiro, foi condenado, esta segunda-feira, a prisão perpétua.

Um tribunal suíço condenou, esta segunda feira à tarde, a prisão perpétua o emigrante português que em abril de 2018 crivou de balas amulher e o filho mais velho, de 18 anos.

Um coletivo de juízes do Tribunal Criminal do Norte do cantão de Vaud (Lausanne) condenou à pena máxima Américo Reis, de 53 anos, o trabalhador da construção civil que no dia 25 de abril de 2018, em Payerne (próximo de Lausanne), disparou 30 tiros contra a mulher, de quem estava a separar-se, e o filho mais velho, de 18 anos, que tentara defender a mãe.

Em julgamento, os defensores do homicida tentaram provar que ele fora "vítima" desde a infância de muita violência que, alegaram, terá continuado durante o casamento, apresentando-se em tribunal como "vítima" da mulher e do filho mais velho, um jovem "muito impulsivo".

O coletivo de juízes não reteve nenhuma dessas alegadas atenuantes, considerando antes que o português, natural de Travanca (Santa Maria da Feira) e emigrado na Suíça desde 2006, premeditou "friamente" o crime e esvaziou, "sem quaisquer escrúpulos", dois carregadores sobre a mulher e o filho.

In JN

2021-08-23


Reportagem TVI

PORTUGUÊS CONDENADO A PRISÃO PERPÉTUA POR MATAR MULHER EFILHO NA SUÍÇA

quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Procuradora pede prisão perpétua para emigrante que matou mulher e fillho na Suíça

A procuradora que acusou o emigrante, natural de Santa Maria da Feira, dos homicídios da mulher e filho, perpetrados na Suíça em 2018, pediu a prisão perpétua para o arguido, atualmente a ser julgado num tribunal daquele país.

Para o Ministério Público, Américo Reis era um marido ciumento e possessivo, que, depois de ter sido abandonado pela mulher, planeou os homicídios. "Ele não disparou para todo o lado. Apontou para a cabeça, o tórax e o abdómen. Disparou prolongadamente e de forma metódica", alegou a procuradora Elodie Pasquier.

Foi a 25 de abril de 2018, que Américo Reis se deslocou ao apartamento de Payerne, no cantão de Vau, onde a mulher, Anabela Cruz, passou a viver, depois de se ter separado do marido. No final da tarde, armado de uma pistola e de dois carregadores, disparou cerca de 30 tiros na mulher e no filho, então com 18 anos. Um outro filho do casal não estava na habitação e não assistiu aos homicídios.

Após o crime, fugiu mas acabou por se entregar as autoridades e colocado em prisão preventiva.

Os advogados do emigrante pediram alguma clemência ao tribunal. Para a defesa de Américo, o arguido matou a mulher e filho num impulso, no meio de uma depressão.

Os advogados Tracy Salamin et Patrick Michod convidaram os juízes a afastar a imagem de um marido possessivo e tirano, descrito pelo Ministério Público. "Compreende as circunstâncias do crime, não será desculpar ou perdoar", disse um dos advogados, durante as alegações finais do julgamento.

A decisão do tribunal suíço será comunicada na próxima segunda-feira.

                                                     In JN

segunda-feira, 9 de agosto de 2021

Português que matou mulher e filho com 30 tiros começa a ser julgado na Suíça


Duplo homicídio ocorreu já depois de vítimas terem saído da casa onde viviam com emigrante luso, que há anos que os agredia.

Vai ter início no dia 16 de agosto o julgamento de um emigrante português de 53 anos acusado de matar a mulher e o filho mais velho com mais de 30 tiros a 25 de abril de 2018, em Payerne, na Suíça.

De acordo com o jornal suíço-francês 24heurs, “os factos relatados pela acusação causam arrepios” e revelam falta de “escrúpulos” por parte do arguido.

O casal emigrou para a Suíça em 2006 com os dois filhos pequenos. O homem era pedreiro e a mulher empregada de limpeza.

A relação começou a deteriorar-se em 2012, tendo o agressor passado a agredir a mulher com chapadas, socos e pontapés, assim como a ameaçá-la de morte. Também o filho mais velho, que sempre defendeu a mãe, se viu envolvido nas agressões.

Em setembro de 2017, a vítima conseguiu sair de casa mas continuou a ser assediada pelo ex-companheiro. Dias antes do crime, o agressor terá enviado cerca de 70 mensagens de texto à vítima, onde lhe chamava de “mentirosa” e “vadia”.

A 25 de abril, devido a “ciúmes extremos”, escreve a imprensa local, o homem dirigiu-se à casa da mulher, onde também estava o filho mais velho, e atingiu o rapaz à queima roupa, deixando-o ferido com gravidade. Atingiu a mulher várias vezes com tiros e após garantir que a mesma estava morta foi atrás do filho, que se tinha escondido, e atirou a matar.

Após o crime, o agressor ligou a dois familiares e confessou o que tinha feito. Apesar disso, permaneceu vários dias em fuga à justiça, acabando por se entregar. Desde então, o emigrante está na prisão de Bois-Mermet, em Lausanne, Suíça.

Segundo com o 24heurs, devido à gravidade do crime, o português poderá ser condenado a prisão perpétua.


In ionline

Crime na Suíça: homem disparou mais de 30 tiros contra mulher e filho


 

segunda-feira, 1 de março de 2021

Português extraditado da Suíça por crimes sexuais contra menor


A Polícia Judiciária (PJ) concretizou a extradição de um homem, detido na Suíça, que tem uma pena de oito anos de prisão para cumprir em Portugal por violação e abuso sexual de menores dependentes, informou hoje a PJ.

Em comunicado, a PJ adianta que o homem, de 43 anos, detido na Suíça, foi condenado por violação e abuso sexual de menores dependentes, ambos na sua forma agravada, praticados contra uma menor de quem era padrasto, de 14 anos de idade, tendo os crimes sido praticados na área metropolitana de Lisboa.

Os factos ocorreram em 2012, quando o autor, padrasto da menor, e aproveitando-se da coabitação que mantinha com a vítima, a forçou a manter relações sexuais, das quais resultaram a gravidez da mesma, conclui a PJ.

A extradição - indica a PJ - resulta de um mandado de detenção europeu, por factos investigados pela PJ, em 2015, através da Diretoria de Lisboa e Vale do Tejo, uma vez que o arguido, após o julgamento, se ausentou do país e foi residir para a Suíça, onde veio a ser detido recentemente.

A PJ deslocou-se a Zurique, onde o detido lhe foi entregue pelas autoridades helvéticas, tendo sido levado sob custódia até território português e colocado em Estabelecimento Prisional, para cumprir a pena de prisão a que fora condenado.


Comunicado da PJ 

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

Quem matou Alexandre Marques? Um mistério com 15 anos


Em outubro de 2005, o português Alexandre Marques desapareceu em Londres e as suas ossadas foram encontradas junto a uma autoestrada em janeiro de 2006.

Tinha 61 anos, era homossexual e vivia na Inglaterra desde 1994, trabalhando no Arts Club em Piccadilly, um bar gay.

Na altura, dias depois do crime, foram divulgadas imagens de um homem que fez levantamentos com o cartão bancário da vítima.

A polícia lançou um apelo para a partilha de informações e definida uma recompensa de 30 mil euros que ainda está ativa. Mas 15 anos depois, o mistério permanece.

 

 London waiter murder: Man using cards 'critical' to inquiry

 

https://www.facebook.com/BBCLondon/posts/5039725352735788 




quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Empresário português assassinado em França


Chamava-se Adriano Caetano o empresário português de 64 anos que foi encontrado morto no escritório da sua empresa, em Montfermeil, nos arredores de Paris.

O homem foi encontrado degolado e com pelo menos oito facadas no corpo. A vítima morava no Val-de-Marne, mas tinha o escritório da empresa de construção civil e trabalhos públicos numa rua considerada calma, com vivendas, em Montfermeil, na Seine-Saint-Denis.

Adriano Caetano era originário de Colmeias, perto de Leiria e morava em França há muitos anos.

 

Seine-Saint-Denis : un entrepreneur en bâtiment découvert poignardé à son bureau


segunda-feira, 12 de outubro de 2020

Tribunal suíço condena jovem português a 12 anos de prisão

Foto www.lenouvelliste.ch

Doze anos e 10 meses de prisão e expulsão da Suíça. Esta foi a sentença decretada no dia 9 após o julgamento do autor de um esfaqueamento fatal em 2018 na estação de Martigny, cantão do Valais, na Suíça.

O português, de 21 anos, foi condenado por um tribunal suíço, por ter matado à facada um jovem, em março de 2018, na cidade de Martigny. Foi ainda condenado por ter ferido uma vítima numa orelha, seis meses antes do homicídio.

O arguido tem ascendência cabo-verdiana e foi também condenado à expulsão da Suíça após cumprimento da pena de prisão.

 

Martigny: près de treize ans de prison pour le tueur aucouteau

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Último adeus a jovem português vítima de ataque terrorista na Suíça


Vai a sepultar na sua terra natal o jovem português que morreu esfaqueado no dia 12 num restaurante de kebab, próximo da estação de comboios de Morges, no cantão suíço de Vaud.

João Pedro da Silva Azevedo, de 29 anos, foi morto quando se preparava para jantar com amigos, O autor, entretanto detido, é oriundo de uma família turco-suíça. Disse à polícia que agiu para se "vingar do Estado suíço" mas também para "vingar o Profeta". Quando foi detido tinha na sua posse a arma do crime, uma faca com 20 cm de lâmina, e o Corão, o livro sagrado islâmico.

João Azevedo era natural de Vila Meã, Amarante. Estudou em Coimbra, em Engenharia Civil, no ISEC (Instituto Superior de Engenharia de Coimbra) e vivia na Suíça há cerca de dois anos, segundo o JN.

O funeral do jovem realiza-se em Real, Amarante, com cerimónias na Capela Mortuária, no sábado dia 19 de setembro, a partir das 15 horas.

Nesta quinta feira, dia 12, aconteceu o último adeus no centro funerário de Montoie em Lausanne, na Suíça.

 


https://jornalvilamea.pt/2020/09/15/joao-azevedo-a-maior-conquista-na-terra-e-um-lugar-no-ceu

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Jovem assassinado era de Vila Meã (Amarante)

O jovem de 29 anos que foi morto com duas facadas quando se preparava para jantar com a namorada num restaurante de kebab próximo da estação de comboios de Morges, no cantão suíço de Vaud, chamava-se João Azevedo e era natural de Vila Meã, Amarante.

Recorte do Correio da Manhã (14-09-2020)

domingo, 13 de setembro de 2020

Jovem português morto à facada na Suíça


Por volta das 21h20 deste sábado, dia 12, um jovem português de 29 anos, foi morto à facada num restaurante Kebab perto da estação em Morges, no cantão de Vaud, na Suíça.

O agressor está em fuga e a polícia montou uma operação de caça ao homem para o localizar.

Desconhece-se para já as razões do ataque que foi rápido, mas para esclarecer as circunstâncias do crime o procurador da justiça abriu um inquérito.

A vítima estava acompanhada da sua namorada e amigos quando o crime aconteceu. Estava na Suíça há poucas semanas, tinha chegado para trabalhar na apanha da maçã.

O caso deixou em choque a comunidade local.

Homicide à Morges: «Tout est fait pour retrouverl’agresseur»

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Português morto à facada na Bélgica

A morte de Casimiro da Rocha Barbosa deixou em estado de choque os seus familiares, colegas e amigos. O emigrante português de 50 anos foi assassinado em sua casa em Mons, na Bélgica, com quatro facadas, no passado fim de semana num cenário relacionado com roubo de um carro.

A polícia deteve o suspeito que estava a tentar roubar o carro mas como não consumou o crime foi libertado. Só no dia seguinte, quando os vizinhos estranharam a ausência e a falta de resposta às chamadas de telemóvel, é que foi dado o alerta e descoberto o corpo do português.

O principal suspeito, Logan, continua a ser procurado pela polícia.

Camionista de profissão, Casimiro Barbosa era natural de Penafiel, onde vão decorrer as cerimónias fúnebres. 

 

quinta-feira, 30 de julho de 2020

Camionista desaparecido condenado a um ano de prisão

O camionista português de 32 anos, que chegou a ser dado como desaparecido, foi condenado em França a uma pena de um ano de prisão por ter sido apanhado a transportar 40 quilos de canábis no seu camião, na zona fronteiriça de Perthus.

Bruno Cardoso, natural de Alijó, foi sujeito a um julgamento sumário do qual saiu condenado a um ano de prisão e a uma multa. O homem tinha sido detetado pela polícia aduaneira francesa na semana passada na posse da droga, quando fazia uma viagem entre Portugal e Itália.

Não se sabe qual era o destino da canábis, nem se o motorista sabia que transportava droga.

A família chegou a publicar apelos nas redes sociais para saber do paradeiro de Bruno Cardoso que afinal estava detido em França.


terça-feira, 9 de junho de 2020

Jovem português condenado a 13 anos de prisão por violar prostitutas na Suíça

Um jovem português de 24 anos foi condenado esta semana pelo tribunal de Zurique a 13 anos de prisão por violar duas prostitutas e agredir outra.

Num dos casos o indivíduo, toxicodependente, ameaçou a mulher com uma faca, agrediu-a e ainda lhe roubou 200 francos.

Tendo em conta a violência dos crimes, o Ministério Público pediu uma sentença pesada de 11 anos e meio de prisão, mas o tribunal foi mais longe e sentenciou uma pena ainda mais longa.

 

Zwei Prostituierte vergewaltigt – 24-Jähriger kassiert hohe Strafe

13 Jahre für Prostituierten-Vergewaltiger


quinta-feira, 4 de junho de 2020

Casais suíços compram bebés em Portugal

Está a ser julgado no Tribunal de S. João Novo no Porto um casal, ela brasileira e ele português, acusados de terem concebido quatro bebés para os vender, através de anúncios na Internet, sendo acusados de tráfico de seres humanos e falsificação de documentos.

Dois dos bebés foram comprados por casais que vivem na Suíça. O primeiro caso envolve um casal homossexual residente na Suíça, Vítor e José, que levaram a criança para a Suíça em 2012. Pagaram 21.500 euros em prestações.

Um dos elementos do casal gay foi registado como pai da bebé e depois ficou com a regulação de responsabilidades paternais. A menina tem atualmente sete anos e continua a viver na Suíça.

Outro casal da Suíça, com problemas de fertilidade, comprou a criança em novembro de 2017 por 36 mil euros, pagos em 13 prestações.

No ano seguinte, em dezembro, o casal português que chegou a vender quatro bebés, foi detidos pela PJ do Porto.

Quando vizinhos e amigos da mulher perguntavam pelos bebés, a mulher dizia que tinham morrido durante o parto ou por problemas cardíacos.

O jornal Correio da Manhã tem acompanhado este caso.

Casal vendia bebés por milhares de euros depois de dizer à família e amigos que eles tinham morrido


quarta-feira, 6 de maio de 2020

Idoso suíço morto em roubo de 500 euros


Pascal Eltschinger, um cidadão suíço de 83 anos, a residir em Portugal há vários anos, foi morto pelo ex-líder dos Super Dragões conhecido como “Caveira”, num caso relacionado com o assalto à casa do suíço de onde desapareceram objetos avaliados em cerca de 500 euros.
A história é relatada pelo Jornal de Notícias na sua edição de 6 de maio.

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Polícia detém jovem português que assaltou solário


Na localidade de Langnau am Albis, cantão Zurique, um jovem português de 27 anos foi detido pela polícia na sequência de um assalto a um solário.
A polícia cantonal de Zurique foi alertado para a presença de um intruso no solário e quando os agentes chegaram ao local já o suspeito estava a fugir de bicicleta.
Tinha consigo numa mochila os bens roubados, além de ferramentas usadas no assalto.


domingo, 2 de fevereiro de 2020

Mulher diz que foi violada por dois portugueses em Basel


Uma mulher apresentou queixa contra dois homens, que diz serem portugueses, acusando-os de a terem violado.
O caso aconteceu no sábado, dia 1, por volta das 19.20 horas no caminho entre a saída do autocarro e a casa da mulher, na Elsasserstrasse em Basel.
Segundo a vítima, os suspeitos fugiram em direção a Voltaplatz.
A polícia está a investigar e pede a quem possa fornecer informações relevantes que entre em contacto com a polícia ou o Ministério Público, pelo Tel. 061 267 71 11.