Um cidadão brasileiro que diz ter nacionalidade portuguesa foi
apanhado pelas autoridades francesas a conduzir em Paris com uma carta de
condução portuguesa falsa.
Um cidadão brasileiro que diz ter nacionalidade portuguesa foi
apanhado pelas autoridades francesas a conduzir em Paris com uma carta de
condução portuguesa falsa.
Os elementos de socorro ainda tentaram por longos minutos
reanimar a criança, mas o pequeno Samuel não resistiu.
As autoridades investigam as circunstâncias da queda fatal, sabendo-se
que a criança estava sozinha no quarto quando caiu da janela.
Os pais e o irmão de sete anos, de Paredes de Coura, ficaram
em estado de choque.
Pelos quatro bebés, os arguidos pagaram um total de 105 mil
euros. Tratavam-se de cinco emigrantes a viver na França e na Suíça. As
crianças foram geradas por Daniella Neto e pelo amante Jaime Moreira, casal que
está já na cadeia.
No final de dezembro do ano passado foi a vez dos
compradores enfrentarem a Justiça. Foram condenados a penas suspensas no
Tribunal de são João novo no Porto. As condenações variam entre os dois anos e
os três anos e quatro meses.
Em julgamento ficou provado que o primeiro crime foi
cometido em 2012, quando Daniella Neto, de 43 anos, anunciou a venda de um bebé
na Internet. Entregou uma menina a um homem que vivia com o companheiro na
Suíça. Já em 2013 e 2015, a mulher vendeu um menino e uma menina a um outro
casal homossexual a viver em França. A última bebé foi comprada em 2017 por um
casal de emigrantes que viviam na Suíça e que não conseguiam ter filhos
biológicos. A paternidade das crianças era sempre atribuída a um dos
compradores e Daniella abdicava da guarda.
Estavam a cerca de uma hora do destino, Le Passage,
quando se deu o acidente em Lubbon, no sudoeste de França, cerca das 14h30.
Alexandra Martins Galante era viúva e natural de Amorim,
Póvoa de Varzim.
O acidente ocorreu no sentido Montpellier-Orange, entre as
saídas Nîmes-Ouest e Nîmes-Est, troço percorrido pelo camião em contramão.
As três vítimas mortais são Cristina Caseiro, 44 anos, Jorge Alves, 48 anos, e o seu filho Rodrigo Alves, 20 anos, naturais de Tabuaço. Residiam e trabalhavam em Bülach, no cantão de Zurique, na Suíça.
Segundo o JN, o casal deixa órfãos mais dois filhos, um rapaz e uma rapariga.
O camionista, de 62 anos, de origem polaca, ficou em prisão
preventiva.
Dois cidadãos portugueses foram identificados pela polícia francesa neste sábado, dia 19, por conduzirem com excesso de velocidade.
O caso mais grave aconteceu na A63, em Lugos. O homem conduzia
um Porsche na direção Bordéus-Bayonne a uma velocidade de 254 km/h, quase o
dobro da velocidade máxima permitida: 130 km/h.
Foi detido, ficou sem carta de condução, vai ter de
responder em tribunal e não se sabe se o Porsche foi apreendido.
Gironde: à 254 km/h sur l’autoroute au volant d’une
Porsche
O condutor de 29 anos vinha do Luxemburgo e deslocava-se de
férias para Portugal no seu Opel Insignia.
Ficou imediatamente sem carta de condução e tem de pagar uma
multa de 750 euros.
Landes : un conducteur contrôlé à 194 km/h sur l’A63
Na altura do desaparecimento, conduzia um Citroën Picasso azul escuro com porta bagagem azul
claro, matrícula EM-412-WT.
A sua filha lançou um apelo desesperado no Facebook que entretanto já atualizou.
O português tem 56 anos, é originário da Golegã e trabalha
na empresa Brita Constructions em Esch-sur-Alzette, no Luxemburgo.
O homem foi encontrado degolado e com pelo menos oito
facadas no corpo. A vítima morava no Val-de-Marne, mas tinha o escritório da
empresa de construção civil e trabalhos públicos numa rua considerada calma,
com vivendas, em Montfermeil, na Seine-Saint-Denis.
Adriano Caetano era originário de Colmeias, perto de Leiria
e morava em França há muitos anos.
Seine-Saint-Denis : un entrepreneur en bâtiment découvert
poignardé à son bureau
O acidente aconteceu nas instalações da empresa suíça Krono,
para a qual o camionista trabalhava.
Foi aberto um inquérito para se apurar as circunstâncias em
que se deu a tragédia.
Pedro Marques era oriundo da região de Viseu. O funeral realiza-se na tarde desta sexta feira, dia 6, para o cemitério novo de Santiago.
Un chauffeur routier meurt écrasé par une palette de plus d'une tonne à Sully-sur-Loire
Henrique Beiroto Angelo, de 44 anos, é acusado de homicídio
negligente e arrisca três anos de pena suspensa. A seu lado no banco dos réus
está Narciso Angelo, pai do motorista e proprietário da empresa de transporte e
do autocarro.
A Justiça francesa refere que o motorista seguia a uma
velocidade de 101 km/h, o que considera excessiva tendo em conta a estrada e as
condições atmosféricas: a via estava com gelo devido a temperaturas negativas.
O autocarro despistou-se, às 04h30, para uma vala na berma da
estrada. Trinta e dois emigrantes portugueses de Vila Nova de Foz Coa e Lousada
tinham terminado as férias em Portugal e seguiam para a Suíça.
Morreram Marília Nogueira, Graça Murça, José Montez e Lídia Montez.
Quatro outros sofreram ferimentos graves e estiveram várias semanas internados em
França.
Eram 8h30 quando o condutor português de 53 anos perdeu o
controlo do camião que ficou tombado e atravessado em toda a largura da faixa
de rodagem.
O homem sofreu ferimentos ligeiros e foi transportado para o
centro hospitalar de Angoulême para exames médicos.
A estrada foi reaberta cerca das 15 horas.
Fotos aqui
Bruno Cardoso, natural de Alijó, foi sujeito a um
julgamento sumário do qual saiu condenado a um ano de prisão e a uma multa. O
homem tinha sido detetado pela polícia aduaneira francesa na semana passada na
posse da droga, quando fazia uma viagem entre Portugal e Itália.
Não se sabe qual era o destino da canábis, nem se o
motorista sabia que transportava droga.
A família chegou a publicar apelos nas redes sociais
para saber do paradeiro de Bruno Cardoso que afinal estava detido em França.
O Mercedes de matrícula francesa, despistou-se e capotou
diversas vezes.
O condutor, único ocupante, não resistiu aos graves
ferimentos. Trata-se de Licínio Oliveira Simões, natural de Cantanhede
(Coimbra), residente em Chasse-Sur-Rhône, Rhone-Alpes, França e trabalhador na empresa JTEKT
Automotive de Lyon.
A informação, obtida através do Centro de Cooperação Policial
e Aduaneira, foi prestada pela GNR de Vila Real à agência Lusa.
Alguns familiares que tinham publicado apelos nas redes
sociais, entretanto apagaram essas mensagens.
Ao mesmo tempo, a GNR, que tinha o registo da queixa do desaparecimento apresentada pela família, deu por concluída a investigação. Resta saber quais as razões que levaram à detenção do camionista em França.
Bruno Cardoso, que trabalha por conta própria, estava
a realizar uma viagem de trabalho entre Portugal e Itália.