Lançado há seis meses, o programa "Regressar", que
ajuda a voltar a Portugal emigrantes que saíram do país até 2015, recebeu 629
candidaturas, o que dá uma média de quase quatro pedidos por dia, revela o
Jornal de Notícias na sua edição desta quinta feira, dia 23.
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sexta-feira, 24 de janeiro de 2020
segunda-feira, 9 de setembro de 2019
terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
domingo, 25 de novembro de 2018
As remessas dos emigrantes sobem
Tendo em consideração os últimos dados facultados pelo Banco de Portugal, as remessas dos emigrantes tiveram uma subida substancial, no passado mês de setembro. De facto, os portugueses que residem no estrangeiro enviaram nesse mês, 324 milhões de euros o que corresponde a uma subida de 14,18%, relativamente ao mês homólogo de 2017.
Por outro lado, as verbas dos imigrantes que trabalham em Portugal aumentaram 15,1%, para um valor de 45,3 milhões de euros.
Por outro lado, as verbas dos imigrantes que trabalham em Portugal aumentaram 15,1%, para um valor de 45,3 milhões de euros.
sexta-feira, 23 de novembro de 2018
Maioria dos portugueses que emigraram entre 2010 e 2015 já regressou
Dos 500 mil portugueses que emigraram entre 2010 e 2015, 350 mil terão regressado a Portugal e outros querem regressar, estimou esta quinta-feira, na Lourinhã, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.
terça-feira, 24 de julho de 2018
domingo, 17 de junho de 2018
quarta-feira, 6 de junho de 2018
Suíça perde imigrantes devido a elevado custo de vida
Em 2017, a Suíça recebeu menos imigrantes dos países da União Europeia. A queda foi de 26% em relação ao ano anterior.
De acordo com a RTS, televisão pública suíça, 7.891 portugueses chegaram à Suíça nos primeiros nove meses de 2017, sendo que 7.912 acabaram por deixar o país. O elevado custo de vida foi um dos motivos apontados pelos cidadãos, que referiram ainda o facto de a situação económica estar a melhorar em Portugal.
Suíça é um destino menos atraente do que antes?
De acordo com a RTS, televisão pública suíça, 7.891 portugueses chegaram à Suíça nos primeiros nove meses de 2017, sendo que 7.912 acabaram por deixar o país. O elevado custo de vida foi um dos motivos apontados pelos cidadãos, que referiram ainda o facto de a situação económica estar a melhorar em Portugal.
Suíça é um destino menos atraente do que antes?
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
sexta-feira, 29 de dezembro de 2017
segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
terça-feira, 8 de agosto de 2017
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
Somos 4,2 milhões de emigrantes em todo o mundo
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| Recorte do jornal Correio da Manhã (16-02-2017) |
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
segunda-feira, 25 de julho de 2016
quinta-feira, 21 de julho de 2016
sábado, 11 de junho de 2016
Nova vaga de emigração já não quer regressar a Portugal, diz historiador
A nova vaga de emigração portuguesa está a levantar alguns desafios a Portugal enquanto povo e nação, porque os emigrantes já não querem regressar, considerou hoje o historiador Daniel Bastos em declarações à agência Lusa.
“Toda a crise que a Europa e Portugal está a passar levanta grandes desafios ao nosso futuro coletivo enquanto Povo e Nação. Os índices baixíssimos de natalidade registados em Portugal levam a um despovoamento muito acentuado, sobretudo do interior do país”, disse à Lusa, em Toronto, no Canadá.
O historiador vai abordar a história da emigração portuguesa no domingo, pelas 18:h0 (23:00 de Lisboa), na Galeria dos Pioneiros Portugueses em Toronto.
"A partir do momento em que as pessoas são forçadas ou impelidas à procura de melhor condições fora do seu território, verifica-se, mais no interior, o esvaziamento das próprias escolas, ou o encerramento de escolas primárias, ou a concentração em agrupamentos escolares sobretudo nas zonas litorais”, indicou.
Os jovens portugueses emigrantes fizeram-no “motivados pela procura de melhores condições de vida”, verificando-se atualmente nas novas geração o contrário ao que sucedia no passado, que era a intenção de um dia “voltarem à terra, de construírem uma casa, e de se fixarem novamente em Portugal”.
Hoje, muitos dos jovens emigrantes não “colocam a questão de regressarem às sua origens, mas de se fixarem na pátria de acolhimento”, sublinhou.
"Tudo isto coloca grandes desafios a Portugal, na sustentabilidade da segurança social, do sistema de ensino, na geração de riqueza nos impostos, e o desenvolvimento do nosso país, que está mais envelhecido, é dos mais envelhecidos da Europa e do mundo. Não havendo renovação de gerações, não havendo um aumento populacional necessário coloca-nos um grande desafio no que há-de ser a nossa existência enquanto Povo e Nação”, afirmou Daniel Bastos.
Na opinião do historiador existem três grandes ciclos da emigração portuguesa, que se verificam a partir dos séculos XIX e XX. “Nessa altura dos séculos XIX e XX verificou-se o ciclo da imigração transatlântica, sobretudo para o Brasil. O segundo realizou-se no pós Segunda Grande Guerra, intraeuropeia, em particular para França (décadas de 50 e 60), com mais de um milhão de portugueses a imigrarem para França ilegalmente, num período em que se verificou a chegada dos ‘Pioneiros’ ao Canadá”, destacou.
"Mais recentemente, houve uma nova vaga de imigração verificada mais na Europa (Suíça, Luxemburgo, Alemanha e mais recentemente Bélgica e Inglaterra) e Angola e Moçambique.
Esta foi uma emigração caracterizada já pela mão de obra qualificada, como enfermeiros e engenheiros, que não encontraram mercado de trabalho em Portugal, e tiveram a necessidade de sair do país”, disse.
Daniel Bastos vai também apresentar para o público em Toronto no Canadá o seu mais recente livro intitulado “Gérald Bloncourt – O Olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”, da Editora Converso, com edição bilingue e prefácio do ensaísta Eduardo Lourenço.
Oficialmente, há 375 mil portugueses ou luso-canadianos no Canadá, mas calcula-se que existam cerca de 500 mil a 600 mil, estando a grande maioria localizada na província do Ontário. Estima-se que 60 a 70% sejam de origem açoriana.
Agência Lusa
“Toda a crise que a Europa e Portugal está a passar levanta grandes desafios ao nosso futuro coletivo enquanto Povo e Nação. Os índices baixíssimos de natalidade registados em Portugal levam a um despovoamento muito acentuado, sobretudo do interior do país”, disse à Lusa, em Toronto, no Canadá.
O historiador vai abordar a história da emigração portuguesa no domingo, pelas 18:h0 (23:00 de Lisboa), na Galeria dos Pioneiros Portugueses em Toronto.
"A partir do momento em que as pessoas são forçadas ou impelidas à procura de melhor condições fora do seu território, verifica-se, mais no interior, o esvaziamento das próprias escolas, ou o encerramento de escolas primárias, ou a concentração em agrupamentos escolares sobretudo nas zonas litorais”, indicou.
Os jovens portugueses emigrantes fizeram-no “motivados pela procura de melhores condições de vida”, verificando-se atualmente nas novas geração o contrário ao que sucedia no passado, que era a intenção de um dia “voltarem à terra, de construírem uma casa, e de se fixarem novamente em Portugal”.
Hoje, muitos dos jovens emigrantes não “colocam a questão de regressarem às sua origens, mas de se fixarem na pátria de acolhimento”, sublinhou.
"Tudo isto coloca grandes desafios a Portugal, na sustentabilidade da segurança social, do sistema de ensino, na geração de riqueza nos impostos, e o desenvolvimento do nosso país, que está mais envelhecido, é dos mais envelhecidos da Europa e do mundo. Não havendo renovação de gerações, não havendo um aumento populacional necessário coloca-nos um grande desafio no que há-de ser a nossa existência enquanto Povo e Nação”, afirmou Daniel Bastos.
Na opinião do historiador existem três grandes ciclos da emigração portuguesa, que se verificam a partir dos séculos XIX e XX. “Nessa altura dos séculos XIX e XX verificou-se o ciclo da imigração transatlântica, sobretudo para o Brasil. O segundo realizou-se no pós Segunda Grande Guerra, intraeuropeia, em particular para França (décadas de 50 e 60), com mais de um milhão de portugueses a imigrarem para França ilegalmente, num período em que se verificou a chegada dos ‘Pioneiros’ ao Canadá”, destacou.
"Mais recentemente, houve uma nova vaga de imigração verificada mais na Europa (Suíça, Luxemburgo, Alemanha e mais recentemente Bélgica e Inglaterra) e Angola e Moçambique.
Esta foi uma emigração caracterizada já pela mão de obra qualificada, como enfermeiros e engenheiros, que não encontraram mercado de trabalho em Portugal, e tiveram a necessidade de sair do país”, disse.
Daniel Bastos vai também apresentar para o público em Toronto no Canadá o seu mais recente livro intitulado “Gérald Bloncourt – O Olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”, da Editora Converso, com edição bilingue e prefácio do ensaísta Eduardo Lourenço.
Oficialmente, há 375 mil portugueses ou luso-canadianos no Canadá, mas calcula-se que existam cerca de 500 mil a 600 mil, estando a grande maioria localizada na província do Ontário. Estima-se que 60 a 70% sejam de origem açoriana.
Agência Lusa
quarta-feira, 16 de março de 2016
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